Os principais ramos da economia desse município paraense são a agricultura - temporária (mandioca, milho, feijão, arroz e soja) e permanente (laranja, banana, abacaxi, tangerina). -, a pecuária; o extrativismo, com a exploração de madeira, pesca, e o extrativismo vegetal: borracha, castanha-do-pará, copaíba, andiroba e outros, além da atividade industrial (produção de alimentos, construção civil, artefatos de madeira, torrefadoras de café).
A cidade teve sua origem como tantas outras da Amazônia, com a presença de jesuítas no território indígena e sua conseqüente catequização. Daí para a instalação dos modos de produção colonialistas é um caminho quase natural. Depois de colonizada, Santarém teve importante papel nos diversos ciclos econômicos da região, com destaque para o Ciclo da borracha.
Em 1928 chegam a Santarém navios trazendo homens e máquinas enviados por Henry Ford para a implantação da Companhia Ford Industrial do Brasil. Fordlândia (região de Itaituba) e depois Belterra (região de Santarém) foram os locais escolhidos pelos técnicos de Ford para o cultivo em grande escala da seringueira. As plantações de Ford sofreram muito com as pragas e o empresário perdeu quase todas as 3,6 milhões de árvores que plantou na região. Estima-se que ele tenha perdido cerca de 30 milhões de dólares nessa empreitada.
Nos anos 1970 foi construída a rodovia Santarém-Cuiabá (BR-163), até hoje principal via de acesso à cidade.
Com relação à educação, o município recebeu a nota 3,9 do Ideb, bem abaixo da média do índice, que é 10. Seu IDH também é baixo: 0. 746.














