A principal atividade econômica do município é a indústria madeireira. Não por acaso, é uma das que mais desmatou no último ano. Nada menos que 394,1 km² de floresta tombaram dentro de seus limites. A cidade tem um comércio forte graças à atividade florestal, principalmente pela exportação de produtos manufaturados de madeiras de lei, tais como Ipê, Jatobá e Cumaru. Existem também atividades garimpeiras e de pecuária de corte, mas em menor escala.
O surgimento de Novo Progresso se deve a construção da BR-163, a rodovia Cuiabá - Santarém, que em 1973, rasgou a floresta amazônica. Apenas dez anos depois já se percebia um pequeno povoado no local, com uma igreja e um campo de futebol. Em 1984 ocorreu uma mudança total na economia do lugar, graças à descoberta de um rico filão de ouro que atraiu milhares de pessoas à localidade. O povoado foi elevado à categoria de município pela Lei Estadual nº 5.700, de 13 de dezembro de 1991, como território desmembrado de Itaituba e instalado em 1º de janeiro de 1993, com denominação de Novo Progresso.
Essa será apenas a quinta eleição municipal de Novo Progresso, atualmente governado por Tony Fábio Gonçalves (PPS), envolvido em processos judiciais por porte de arma ilegal. Um segurança seu, Raimundo João Mendes, também conhecido por Azeitona, foi condenado pela morte de Lázaro Damasceno. A arma utilizada no crime era do prefeito e não tinha registro.















